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Santos é a 5ª cidade de SP que mais gerou empregos no último ano

Cubatão e Bertioga também aparecem entre as 100 cidades com maior saldo de vagas no estado
Giovanna Figueiredo
5 Min. de Leitura

A Agência SP divulgou, com base em dados da Fundação Seade e do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, a lista das 100 cidades que mais geraram empregos com carteira assinada nos últimos 12 meses no estado de São Paulo.

Entre os municípios do litoral paulista que aparecem no ranking estão Santos, Cubatão e Bertioga.

A melhor colocação é de Santos, que ocupa a 5ª posição no estado, com 6.662 vagas de emprego criadas no último ano.

Cubatão aparece na 42ª colocação, com 1.058 empregos gerados, enquanto Bertioga ocupa o 49º lugar, com 933 novas vagas formais no mesmo período.

Empregos em São Paulo

O estado de São Paulo criou 286.743 vagas de emprego com carteira assinada em 12 meses, segundo levantamento da Fundação Seade com base nos dados do Caged.

Entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026, o saldo de vagas apresentou alta de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. O estado foi responsável por 24% de todos os empregos gerados no país, que somaram 1.228.483 vagas no período.

Somente no mês de janeiro, São Paulo registrou 16.451 novos postos de trabalho.

Ranking das cidades que mais geraram empregos

O ranking estadual é liderado pela capital paulista. Veja as 100 cidades que mais criaram empregos em 12 meses:

  1. São Paulo: 97.391
  2. Osasco: 24.587
  3. Guarulhos: 13.129
  4. Barueri: 10.850
  5. Santos: 6.662
  6. São José dos Campos: 6.219
  7. Sorocaba: 4.739
  8. Santo André: 4.697
  9. São Bernardo do Campo: 4.598
  10. Matão: 3.834
  11. Ribeirão Preto: 3.518
  12. Jundiai: 3.162
  13. Campinas: 2.991
  14. Tatuí: 2.666
  15. Atibaia: 2.555
  16. Cajamar: 2.414
  17. São Caetano do Sul: 2.389
  18. Taubaté: 2.381
  19. Monte Azul Paulista: 2.095
  20. Presidente Prudente: 2.073
  21. Bauru: 2.070
  22. São José do Rio Preto: 2.029
  23. Mogi-Guaçu: 1.970
  24. Cotia: 1.928
  25. Capela do Alto: 1.897
  26. Franco da Rocha: 1.830
  27. Mauá: 1.762
  28. São Carlos: 1.585
  29. Monte Mor: 1.447
  30. Botucatu: 1.439
  31. Cabreúva: 1.349
  32. Lençóis Paulista: 1.299
  33. Franca: 1.282
  34. Araçatuba: 1.264
  35. Araras: 1.243
  36. Embu: 1.204
  37. Itaquaquecetuba: 1.161
  38. Cosmópolis: 1.160
  39. Marília: 1.139
  40. Limeira: 1.124
  41. Itu: 1.078
  42. Cubatão: 1.058
  43. Louveira: 1.048
  44. São Roque: 1.047
  45. Itapevi: 1.037
  46. Birigui: 1.017
  47. Mogi das Cruzes: 939
  48. Colômbia: 936
  49. Bertioga: 933
  50. Luis Antônio: 933
  51. Indaiatuba: 930
  52. Porto Feliz: 913
  53. Iracemápolis: 912
  54. Barretos: 880
  55. Santa Cruz do Rio Pardo: 869
  56. Salto: 865
  57. Penápolis: 863
  58. Diadema: 849
  59. Arujá: 846
  60. Paraguaçu Paulista: 836
  61. Sumaré: 819
  62. Espírito Santo do Pinhal: 782
  63. Itapecerica da Serra: 779
  64. Ibiúna: 741
  65. Guaratinguetá: 732
  66. Caieiras: 708
  67. Itanhaém: 688
  68. Jacareí: 681
  69. Leme: 657
  70. Jaú: 655
  71. Gavião Peixoto: 636
  72. Bernardino de Campos: 625
  73. Bariri: 616
  74. Herculândia: 613
  75. Caçapava: 605
  76. São Vicente: 594
  77. Votorantim: 586
  78. Holambra: 581
  79. Mirassol: 578
  80. Barrinha: 566
  81. Mairiporã: 558
  82. Tupã: 552
  83. Mococa: 541
  84. São Pedro: 536
  85. Itápolis: 531
  86. Itapetininga: 527
  87. Dois Córregos: 508
  88. Praia Grande: 506
  89. Votuporanga: 503
  90. Osvaldo Cruz: 498
  91. Adamantina: 495
  92. Regente Feijó: 490
  93. José Bonifácio: 484
  94. Cravinhos: 475
  95. Hortolândia: 472
  96. Salto de Pirapora: 472
  97. Peruíbe: 465
  98. Nova Odessa: 456
  99. Apiaí: 447
  100. Pindamonhangaba: 445

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Setores que mais criaram vagas

Em janeiro, os setores que mais geraram empregos no estado foram:

  • Indústria: 21.528 vagas
  • Construção: 15.934 vagas
  • Serviços: 3.001 vagas

Os dados consideram apenas trabalhadores com carteira assinada, conforme os registros enviados pelas empresas ao governo federal por meio do Novo Caged.

Salário médio de admissão

O estado também registrou o maior salário médio de admissão desde 2020, quando o Novo Caged passou a integrar os sistemas do governo federal para monitoramento do emprego formal.

O valor médio foi de R$ 2.702,76, representando aumento de 2,75% em relação a dezembro de 2025 e de 1,93% na comparação com janeiro do ano anterior.

Esse também foi o maior salário médio de admissão do país em janeiro, seguido por:

  • Distrito Federal – R$ 2.575,45
  • Mato Grosso – R$ 2.421,85
  • Rio de Janeiro – R$ 2.409,30

No Brasil, a média foi de R$ 2.389,50, enquanto na região Sudeste o valor chegou a R$ 2.551,61.

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