Quando um novo caso de feminicídio ganhou as manchetes no início deste mês, não foi surpresa, foi um alerta. Nas últimas semanas, o Brasil foi novamente chocado por crimes brutais que repetem um padrão conhecido: mulheres mortas por parceiros ou ex-companheiros, agressões em plena via pública e uma escalada de violência que a sociedade já não aceita silenciar.
Casos como os de Rosilene Barbosa e Tatiana Correia dos Santos, assassinadas por ex-maridos em Goiás e São Paulo, repercutiram no Congresso e reacenderam o debate sobre a urgência de enfrentar a violência de gênero com seriedade. Em várias cidades, mulheres ocuparam as ruas ao grito de “Parem de nos matar”, denunciando a omissão do Estado e exigindo políticas públicas efetivas.
A violência letal contra mulheres não é imprevisível. Em 2024, o Brasil registrou cerca de quatro feminicídios por dia, somando quase 1.500 vítimas, em sua maioria dentro de casa e cometidos por parceiros ou ex-parceiros. Em 2025, o cenário segue alarmante, com estados batendo recordes antes mesmo do fim do ano.
É preciso dizer com clareza: feminicídio não começa no dia do crime. Ele nasce muito antes, nos sinais ignorados como controle, ciúme, isolamento, violência psicológica. A maioria das vítimas já havia sofrido agressões e tentou pedir ajuda, mas encontrou falhas institucionais e falta de proteção.
Combater o feminicídio exige ação contínua: acolhimento 24h, medidas protetivas eficazes, redes de apoio, educação e mudança cultural.
Eu sou Aline Teixeira e acredito que é hora de transformar indignação em ação. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.
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