- PUBLICIDADE -

Mais duas Unidades de Saúde da Família passam a contar com Núcleo de Prevenção à Violência Doméstica em Cubatão

USF Mário Covas e Vila dos Pescadores ampliam rede de acolhimento e enfrentamento à violência contra a mulher
Da Redação
2 Min. de Leitura

As Unidades de Saúde da Família (USF) Mário Covas e Vila dos Pescadores, em Cubatão, passaram a contar com o Núcleo de Prevenção à Violência Doméstica (NPV). A iniciativa é uma parceria da Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, com a Sociedade Brasileira Caminho de Damasco (SBCD), responsável pela administração das Unidades de Atenção Primária no município.

O núcleo integra as políticas públicas voltadas ao fortalecimento da rede de acolhimento, prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher, além da promoção da saúde e da defesa dos direitos humanos. A atuação ocorre de maneira articulada com os serviços municipais de assistência social, segurança pública e justiça.

Com a implantação dos núcleos nas unidades Mário Covas e Vila dos Pescadores, Cubatão alcança seis estruturas do tipo no município. Os outros quatro já estavam em funcionamento nas unidades Pilões, CSU, Cota 200 e CAIC/Vila Esperança. A ampliação reforça o compromisso com políticas públicas integradas, a prevenção da violência doméstica e a expansão de uma rede de acolhimento especializada para atendimento às vítimas.

>> Entre no nosso grupo do WhatsApp – clique aqui.

A ação busca garantir atendimento humanizado, com foco na proteção, orientação e acompanhamento das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Os núcleos de prevenção à violência doméstica promovem a criação de um ambiente mais seguro e acolhedor para as vítimas. É uma iniciativa que estimula conscientização, prevenção, acompanhamento e notificação dos casos registrados”, explica Viviane Barbosa, apoiadora em Saúde Mental da SBCD.

O secretário municipal de Saúde, Márcio Oliveira, destaca a importância da articulação entre setores para o enfrentamento ao problema.

“A violência doméstica é uma grave violação dos direitos fundamentais e um importante problema de saúde pública. Por isso, entendemos que o enfrentamento dessa realidade exige sensibilidade, escuta qualificada e ação intersetorial, pilares que norteiam o trabalho dos profissionais de saúde envolvidos”, afirma.

Compartilhar este Artigo
Nenhum comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

- publicidade -

- publicidade -