A classificação de risco nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) é organizada pelas cores vermelho, laranja, amarelo, verde e azul, que indicam a gravidade do quadro clínico, e não a ordem de chegada.
O sistema prioriza os casos mais sérios, garantindo atendimento imediato aos pacientes classificados como vermelho, enquanto situações menos urgentes, como verde e azul, podem aguardar mais tempo.
A avaliação é feita por um profissional de enfermagem, que analisa sinais vitais e sintomas para definir a classificação. Após a triagem, o paciente recebe uma pulseira com a cor correspondente ao nível de prioridade.
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Cores e Prioridades
- Vermelho (Emergência): indica risco iminente de morte e exige atendimento imediato.
- Laranja (Muito urgente): aponta risco de agravamento do quadro, com atendimento o mais rápido possível, preferencialmente em até 10 minutos.
- Amarelo (Urgente): necessita de avaliação médica, mas permite espera. O tempo estimado é de até uma hora, podendo variar conforme a demanda.
- Verde (Pouco urgente): casos de baixa complexidade, com tempo de espera entre duas e quatro horas.
- Azul (Não urgente): situações de menor complexidade, com possibilidade de espera entre quatro e seis horas.
Atendimento nas UPAs
Ao chegar à UPA, o paciente passa por atendimento com escuta qualificada realizada pela equipe de enfermagem. São verificados sinais vitais, como pressão arterial, frequência cardíaca e respiração, além da análise dos sintomas apresentados.
Com base em protocolos clínicos, a equipe define a cor que determina o grau de urgência. Pacientes classificados com cores mais quentes, como vermelho e laranja, são atendidos antes, mesmo que tenham chegado depois.
Em momentos de maior fluxo, os tempos de espera podem aumentar, mas todos os usuários são submetidos à classificação de risco. Casos identificados como azul e verde podem ser resolvidos na própria unidade ou encaminhados para acompanhamento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).




