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Prefeitos com as barbas de molho

Da Redação / Arte: Giovanna Figueiredo

A prisão do prefeito de Guarujá por uma decisão do Tribunal Regional Federal acendeu um alerta em outros gestores políticos, cujos nomes já foram envolvidos em denúncias e investigações de irregularidades na compra de equipamentos para o enfrentamento da Covid.

O prefeito de Guarujá, já livre das grades, retornou ao cargo afirmando que vai provar sua inocência. As investigações e o processo contra o alcaide seguem na Justiça.

Em Bertioga, as ações da ex-secretária de Saúde da cidade, Simone Papaiz, também põem o prefeito da cidade com a rala barba de molho. Simone Papaiz ganhou fama nacional após ser presa no Amazonas por supostas irregularidades na compra de equipamentos de saúde. Ela saiu do cargo de secretária de Saúde de Bertioga para ser secretária estadual de Saúde do Amazonas, de onde já saiu direto para a cadeia. Ela também já ganhou a liberdade.

Embora livres, todos que caíram nas garras da lei têm os nomes presos na boca do povo e assim ficarão por muito tempo, pois é difícil se livrar do estigma de “presidiário”.

O nome do prefeito de Bertioga está atrelado ao da ex-secretária porque, antes de ir para o Amazonas, onde “a casa saiu”, ela deixou “rastros” em Bertioga ao assinar contratos que levaram o Gaeco a fazer uma varredura na cidade e confirmar a denúncia de um ex-vereador sobre compra de aparelhos supostamente sucateados. O contrato assinado pela ex-secretária é feito à “duas mãos”: vai o nome dela, com o aval do prefeito. Daí liga-se o alerta vermelho.

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