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Dia do Servidor: Uma data para refletirmos sobre o futuro da categoria

Por Daniel Lucas Oliveira / Arte: Giovanna Figueiredo

Infelizmente, neste 28 de outubro – DIA DO SERVIDOR – não há o que se comemorar, pois o funcionalismo de todo o País passa por momentos incertos. A perseguição do Governo Federal, a falta de valorização dos prefeitos e a omissão do Executivo, além de outras questões, têm levado à categoria ao extremo declínio social, estrutural e financeiro.

Os ataques constantes contra os trabalhadores se devem por um Governo que não “enxerga” o Servidor, não valoriza e minimamente respeita e/ou reconhece seu protagonismo. Diante da atual conjuntura, nos próximos anos, grandes embates serão travados para evitar graves problemas relacionados às condições de trabalho e resistência contra a tentativa de retirada dos poucos direitos.

A fala recente do ministro da Economia Paulo Guedes, quando disse ter colocado uma granada no bolso do Servidor, é um exemplo. Se não bastasse, o Governo Bolsonaro criou a Lei 173/2020 – do congelamento dos salários -, sucateando ainda mais os vencimentos dos funcionários públicos. Falam de privilégios para o funcionalismo, mas na verdade os Servidores não são privilegiados. Pelo contrário, eles sofrem com o arrocho salarial, e são vítimas de uma política implacável de destruição do setor público.

Aliás, destruir o setor público como propõe a Reforma Administrativa, também do Governo Bolsonaro, é acabar com os serviços públicos de qualidade e quem sofre com isso é a população. Mas a verdade é que os Servidores são as mãos que movem o Brasil. E isso em meio ao completo desamparo de alguns atores políticos.

O funcionalismo tem feito a diferença para o País funcionar na melhor ordem possível, dentro de suas condições. O SERVIDOR CUMPRE COM O SEU PAPEL.’

O serviço público vive tempos incertos, mas o momento exige união para resistir, arregaçar as mangas e vencer. Os Servidores não participam do alto escalão, ou seja, sustentam a base das cidades e da Nação.

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